Interbarney, este museu de grandes novidades. A grandiosa estreia desta quinta-feira atende pelo nome de VELA, um mito eterno do humor nacional. Ídolo máximo de diversos pensadores que hoje fazem fama e sucesso, Vela é influência seminal para tudo aquilo que foi feito de digno, correto e responsável durante os anos 2000.
Conversei com ele em seu flat em uma popular Vila carioca.
- Você é DJ, editor, jornalista, blogueiro e pó-de-arroz. O que deu errado?
Caro Barney, sou adepto ao ditado, “insistir no erro é burrice”. Ainda planejo me aventurar em outras atividades edificantes, como o stand-up comedy, a literatura e a pesquisa da célula-tronco.
- Quais as novidades para a nova encarnação do histórico blog do Vela?
Na minha encarnação anterior peguei no pé dos fãs do Senhor dos Anéis e enalteci lugares toscos como a Vila Mimosa, famosa área de lazer carioca. Era uma época com menos blogs, a internet era mais romântica… Agora, para chamar a atenção no meio desse excesso de informação usarei uma tática inovadora: vou abusar de vídeos com comentários perspicazes, montagens sagazes do photoshop e comentários irônicos acerca de notícias fúteis. Estou imbuído no pensamento dos membros desse fantástico Interbarney, ser famoso e rico. Nem que para isso tenha que me apropriar de ideias alheias.
- Você enxerga sua influência nefasta nos humoristas da nova geração, como Ronald Rios, Cersibon e Danilo Gentili?
No primeiro, sim. As pessoas sempre comentam que eu sou alto e que deveria jogar basquete. Por uma incrível coincidência isso também aconteceu com o garoto Ronald. Não creio que tenha influenciado o menino Cersibon. Eu desenho muito mal. E quanto ao jovem Gentili, esse aprendeu comigo a fazer piadas sem graça e de cunho racista. Mas o mancebo que eu mais influenciei, com certeza, foi o Dayvid Braga.
- Maya deve terminar a novela com Bahuan ou Raj Ananda?
Acho que Maya deveria terminar a novela com a Norminha. Pela volta do bissexualismo feminino nas novelas!
- Fale um pouco sobre a campanha incrível do Avaí no Campeonato Brasileiro.
Como constatou brilhantemente Cléber Machado, o Avaí é a surpresa da competição. Já vejo a criativa manchete de todos os meios de comunicação quando o time do Guga conquistar o caneco: “Avaí na crista da onda!”.

Acompanhem as novas aventuras do Vela, agora no Interbarney! abs
5 comentários Postar um comentário ou enviar um trackback.
E digo mais: “Como surgiu o nome Vela?”
“Não creio que tenha influenciado o menino Cersibon. Eu desenho muito mal.”
Ou seja: influenciou.
cafeína, isso fica pra um futuro post no blog. ou não.
moskito, acho q em algumas frases eu deveria botar em itálico pra dizer q eu quero ser irônico. acho q isso poderia virar uma convenção. ou não
no aguardo de outras peças fundamentais no imaginário do blog de raiz, como setupega e SeuMadruga…. rs